“Sei que a gente vive em um mundo onde as pessoas estão cada vez mais ocupadas. É trabalho, casa, conta pra pagar, família, amigos, filhos. Temos que dar conta de tudo, dar atenção para todos e ainda cuidar para ninguém sair magoado, afinal, sua amiga reclama que você anda atarefada demais, sua mãe diz que você antes ligava mais vezes, sua irmã fala que você nunca tem tempo para um almoço no meio da semana. Recebemos muita informação, a mídia te cobra, o espelho te cobra, o marido te cobra, o filho te cobra. Cobranças mil, stress no trabalho, preguiça de arrumar o guarda-roupa, a obra no andar de cima que nunca termina, o cachorro que está com alergia, seu sapato preferido que quebrou o salto. Além disso, a famosa TPM, que faz coisas pequenas virarem enormes. Que muda o humor e até o amor. Que faz você ver o mundo de forma difícil, sensível e esquisito. É tanta coisa na cabeça que de vez em quando a gente se belisca e se pergunta: é isso mesmo que quero? Afinal, quem sou eu? O que estou fazendo da minha vida? Estou dando atenção para as coisas certas? Estou gastando energia no que realmente importa? Estou jogado em um trabalho chato, sendo infeliz diariamente? Estou dando a devida atenção para quem gosta de mim? A gente fica nesse mar de perguntas e nada até encontrar uma resposta. Por mais ocupado que você seja, por mais complicada que seja sua vida, por mais trabalho que você tenha, acho que a gente nunca deve descontar as frustrações em cima do outro. Mais: acho que a gente deve cuidar com o que diz. Mais: acho que a gente deve cuidar com o que faz. Quer mais? Te dou mais: a gente tem que arrumar um tempo. Pra um abraço, pra um sorriso, pra um bom dia, pra responder emails, pra responder mensagens, pra olhar no olho de quem você ama. Porque a vida corre, o mundo gira rápido demais. Só que a gente deve cuidar das relações, senão acaba sozinho.”
— Clarissa Corrêa.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
Olá meu povo... todo mundo sabe que eu sou viciadinha em música, principalmente indie né? É raro alguém me ver sem meus fones de ouvido e eu sempre estou procurando coisas novas para ouvir!
Bem... separei algumas músicas beem animadinhas, algumas delas ouvi numa rádio tudo de bom de Los Angeles, chamada INDIE 103.1 (http://www.indie1031.com)
Eternal Summers- Dye
Eels- Novocaíne for the soul
Edward Shape and The Magnetic Zeros- home ( A música é linda, o clipe é liindo)
The Kooks- Young Folks:
Bom, The Kooks já é tradicional na minha playlist, escuto desde 2009
Bom, por hoje vou postar só essas mesmo, depois posto mais.
XOXO
Bem... separei algumas músicas beem animadinhas, algumas delas ouvi numa rádio tudo de bom de Los Angeles, chamada INDIE 103.1 (http://www.indie1031.com)
Eternal Summers- Dye
Eels- Novocaíne for the soul
Edward Shape and The Magnetic Zeros- home ( A música é linda, o clipe é liindo)
The Kooks- Young Folks:
Bom, The Kooks já é tradicional na minha playlist, escuto desde 2009
Bom, por hoje vou postar só essas mesmo, depois posto mais.
XOXO
terça-feira, 27 de março de 2012

Todos os dias o cinema lança novos filmes, que daqui há algum tempo já se tornam antigos e até "esquecidos" pelas pessoas. Mas sempre tem aqueles que todo mundo deve ter em casa. São até em sua maioria um pouco bobos, infantis, mas fazem a gente suspirar e sonhar. Um desses clássicos é "A noviça rebelde".
A história se passa no final da década de 30, na Áustria,uma noviça (Julie Andrews) que vive em um convento mas não consegue seguir as rígidas normas de conduta das religiosas, vai trabalhar como governanta na casa do capitão Von Trapp (Christopher Plummer), que tem sete filhos, viúvo e os educa como se fizessem parte de um regimento. Sua chegada modifica drasticamente o padrão da família, trazendo alegria novamente ao lar da família Von Trapp e conquistando o carinho e o respeito das crianças. Mas ela termina se apaixonando pelo capitão, que está comprometido com uma rica baronesa.

Passei o dia inteiro sem saber o que postar aqui, e eis que no finalzinho da tarde me acontece algo inesperado, porém fofo.
Quando saía da Igreja, uma linda gatinha preta apareceu. Ela era tão linda, mas tão linda, que me cativou na hora. Liguei para a minha mãe, perguntando se poderia levar ela para casa. A resposta foi NÃO. Mas eu não podia deixá-la ali, pensei, e resolvi levá-la mesmo assim.
Quando cheguei em casa dei leite para ela, que estava faminta. Mas a minha avó que não é muito chegada aos bichanos, fez maior tempestade e disse que ela não poderia ficar de jeito nenhum, então minha mãe falou que uma amiga dela talvez quisesse, porque ela amava gatos. Fomos lá e...
Ela não estava em casa, mas o marido dela quis a gatinha, eu fiquei triste porque queria cuidar dela, mas ao menos a história teve um final razoável né?
segunda-feira, 26 de março de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
E me cansei dessas esperas frustradas, promessas quebradas, sonhos destruídos. Cansei de tristezas desnecessárias, e de fazer prioridade o que deveria apenas ser uma opção. É claro que ainda sou - acho que sempre serei uma pessoa totalmente doída por dentro, claro que no fim da noite ainda vou ouvir minhas músicas tristes, mas agora quero dar mais risada, me importar menos , sacudir a poeira e cuidar da pessoa que mais precisa do meu cuidado e do meu amor: EU MESMA.
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